Fim da informalidade: como a nova fiscalização vai transformar o aluguel de imóveis
Kenlo
Conteúdo criado por humano
19 ago, 25 | Leitura: 7min
Atualizado em: 19/08/2025
Kenlo
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19 ago, 25 | Leitura: 7min
Atualizado em: 19/08/2025
O mercado de locações no Brasil sempre conviveu com altos índices de informalidade. Contratos de boca, falta de registro e ausência de declarações fiscais eram práticas comuns, especialmente em aluguéis residenciais menores. Mas esse cenário vem mudando.
Com a evolução da fiscalização digital e a integração de bases de dados como o CIB e o SINTER, a informalidade tende a perder espaço. Para corretores e imobiliárias, essa transformação não deve ser encarada apenas como desafio, mas como oportunidade de se posicionar como referência em profissionalismo e confiança.
A Receita Federal já cruza dados de diversas fontes; com a expansão do CIB e do SINTER, esse cruzamento tende a ficar mais amplo e eficiente nos próximos anos.
Com isso, um aluguel registrado em contrato, mas não declarado no Imposto de Renda, será mais facilmente identificado. Além disso, ferramentas como o Carnê-Leão digital e a DIMOB dialogam com esses sistemas, tornando a malha fina cada vez mais automatizada.
O CIB foi instituído pela Instrução Normativa RFB n.º 2.030/2021 e funciona como um código único que identifica cada imóvel. Isso garante que todas as transações (venda, locação, escritura) estejam vinculadas a um mesmo registro.
Já o SINTER, criado pelo Decreto n.º 8.764/2016, é o sistema que integra essas informações. Ele coleta e cruza dados de diferentes bases, como cartórios e declarações fiscais, permitindo que a Receita Federal identifique divergências entre contratos e declarações.
Para locadores, locatários e imobiliárias, isso significa que qualquer discrepância entre contrato e declaração será cada vez mais difícil de esconder.
Para as imobiliárias, a responsabilidade cresce: é fundamental garantir que todos os contratos sob administração estejam formalizados e corretamente informados aos órgãos fiscais.
Ignorar a necessidade de regularização pode sair caro:
Já para as imobiliárias, a falta de controle pode resultar em responsabilidade solidária e perda de credibilidade no mercado.
Agir desde já é essencial para evitar problemas futuros e garantir tranquilidade.
A intensificação da fiscalização eleva o nível de exigência do setor. Imobiliárias terão de:
Empresas que se adaptarem mais rápido se destacarão pela transparência e confiança transmitidas a clientes. Ferramentas como o Kenlo Imob e o Kenlo Locação podem ser diferenciais importantes nesse processo.
O cerco à informalidade no aluguel de imóveis é inevitável. E o uso do CIB e do SINTER pela Receita Federal inaugura uma nova era, em que contratos informais perdem espaço e a formalização se torna regra.
Para alguns, isso soa como ameaça. Para quem se preparar, é uma oportunidade de profissionalizar processos, oferecer segurança a clientes e se diferenciar no mercado.
A pergunta que fica é: você vai esperar a fiscalização bater à porta ou vai transformar essa mudança em vantagem competitiva?